Descubra as principais cores da moda em interiores e design
Descubra as principais cores da moda em interiores e design

Descubra as principais cores da moda em interiores e design
Este é um guia atualizado para entender quais paletas estão em alta e como elas conectam a forma de morar e trabalhar hoje.
A cor vai além da estética: ela muda a atmosfera, amplia ou reduz espaços e influencia o bem-estar no dia a dia.
Em 2025, tons terrosos neutros aparecem como base, enquanto pontos focais em azuis, verdes e acentos vibrantes surgem como apostas fortes.
Nesta matéria você encontrará exemplos práticos: como escolher uma paleta, onde criar destaque e erros comuns a evitar ao combinar tons e acabamentos.
Prometemos soluções rápidas que cabem no seu estilo e orçamento — toques pontuais podem transformar ambientes sem grandes obras.
Também há uma seção dedicada a como iluminação, textura e acabamento alteram a leitura da cor, e, ao final, ideias por cômodo para aplicar com coerência.
Panorama das tendências de cores em interiores e design e o que elas revelam sobre o nosso estilo de vida
Cores em alta espelham como vivemos, trabalhamos e buscamos conforto hoje. As tendências não surgem do nada: acompanham o trabalho híbrido, o tempo maior em casa e a vontade de ambientes mais acolhedores.
Relatórios como o IKEA Life at Home 2023 mostram que muita gente considera a casa o lugar favorito e planeja reformar. Isso explica a busca por paletas que transmitam estabilidade e conforto.
O mercado (WGSN) indica uma base neutra e terrosa com pontos vivos para 2025. Essa combinação facilita atualizações sem obras grandes e conecta natureza e funcionalidade. Pantone amplia essa leitura: cores da moda migram para objetos, revestimentos e arquitetura.
Lembre: a mesma cor pode ter sensações distintas dependendo do tom, da luz e do contexto — azul pode acalmar ou dramatizar um ambiente. Use tendências como direção, não regra, e adapte a escolha ao estilo das pessoas e à função dos espaços.
Descubra as principais cores da moda em interiores e design
Paletas recentes mostram um equilíbrio entre calma neutra e acentos ousados para residências e escritórios.
Natural Neutrals — papel de base: bege, marrom e tons terrosos criam acolhimento e combinam com vários estilos. São fáceis de aplicar e formam o fundo estável do projeto.
Biophilic Greens — função de transição: verdes musgo e oliva atuam como ponte com a natureza. Segundo Eva Heller, o verde remete a esperança e frescor, aproximando interiores do exterior.
Coastal Blues — acento de tranquilidade: do azul claro ao petróleo, trazem calma e personalidade. Use em móveis, painéis ou tecidos.
Nocturnal Darks e acentos — roxos profundos e azuis escuros servem para criar clima íntimo e elegante em pontos estratégicos.
Para contrastes lúdicos, Kidult Brights; para suavidade, Pastel Fondant. Exemplos práticos: base bege + verde musgo + toque de azul; off-white + azul petróleo + madeira.
Como usar tons neutros e terrosos como base para uma decoração moderna e sofisticada
Tons neutros e terrosos formam a base que sustenta qualquer projeto contemporâneo. Comece escolhendo uma base neutra com o subtom certo: quente traz acolhimento, frio amplia a sensação de luz.
Escolha da base: teste amostras em paredes e observe sob luz natural. Neutros com fundo amadeirado, como os sugeridos pela Guararapes, ajudam a criar estabilidade e tranquilidade.
Camadas criam profundidade sem pesar. Pinte a parede numa cor suave, adicione tapete e almofadas em tons terrosos (terracota, marrom, verde musgo) e mantenha móveis neutros.
Toque de sofisticação: troque cortinas ou uma poltrona por um tom encorpado como “Creme de Canela” ou “Cerâmica Ônix” (Tintas Dacar / SERVCOR). Um único elemento basta para mudar a atmosfera.
Combine materiais naturais — madeira, linho, palha — para reforçar o conforto e a elegância. Use metais em preto fosco ou latão como pontos de contraste.
Regra prática de equilíbrio: 60% base neutra, 30% tons terrosos em camadas e 10% toques de destaque. Assim você mantém a coerência e facilita mudanças futuras no design dos ambientes.
Azul e verde no design de interiores: do toque de tranquilidade ao destaque com personalidade
Tonalidades de azul e verde definem humor — do relaxamento sutil ao ponto focal ousado. Azuis costeiros evocam calma, confiança e harmonia, ótimos para quartos e salas que pedem tranquilidade.
Em tons claros, o azul amplia o espaço e acalma. Em tons profundos, cria impacto sofisticado e aconchego. Use-o em marcenaria, portas, nichos ou em uma parede única para um destaque pensado.
Verdes biofílicos aproximam o ambiente da natureza, trazendo frescor e sensação de esperança. São ideais para apartamentos urbanos e para quem busca conexão visual com plantas e materiais naturais.
Combinações fáceis: verde musgo + bege; azul petróleo + off-white; azul médio + madeira clara; verde oliva + preto fosco. Um toque repetido em objetos ou puxadores cria personalidade sem pesar.
Por fim, muitas pessoas preferem azul por sua versatilidade emocional — funciona bem em quarto, sala e home office. Na próxima seção veremos como luz e acabamento podem aquecer ou esfriar essas cores.
Iluminação, acabamentos e textura: o que muda a percepção da cor no ambiente
Iluminação natural e artificial altera totalmente o tom que você vê. A orientação solar e o horário do dia mudam a temperatura da luz. Lâmpadas frias ou quentes também transformam a cor e a atmosfera.
Antes de pintar, faça um teste grande: pinte um painel de 60×60 cm e observe de manhã e à noite. Compare com móveis e piso do ambiente. Assim você evita surpresas e entende o verdadeiro tom sob diferentes luzes.
Acabamentos influenciam muito: fosco suaviza e esconde imperfeições; acetinado dá brilho discreto; semibrilho realça cor e facilita limpeza em áreas de uso. Combine tons escuros com fosco para um clima aconchegante.
Texturas e efeitos (cimento queimado, rústicos, marmorizados) adicionam profundidade — ótimos em paredes de destaque, halls e lavabos. Seguindo tendências como as apontadas pela Tintas Dacar, esses elementos trazem sofisticação quando usados com moderação.
Equilibre textura e paleta: quanto mais efeito, mais simples deve ser o restante da decoração. Com a leitura certa da iluminação e do acabamento, fica mais fácil aplicar paletas por cômodo e manter coerência entre arquitetura, design e espaços.
Aplicações práticas por ambientes: salas, quartos, cozinha e home office com paletas em tendência
Cada cômodo pede uma leitura diferente da paleta para funcionar bem. Use paletas como guia e adapte ao estilo e à arquitetura do espaço.
Sala: construa uma base clara (off-white, bege, areia) e escolha um único ponto de destaque. Combinações eficazes: bege + marrom + verde musgo, ou base clara com azul profundo em marcenaria para sofisticação e aconchego.
Quarto: priorize conforto visual. Tons suaves de azul e verdes acinzentados acalmam. Prefira iluminação quente e evite contrastes muito fortes perto da cama.
Cozinha: aplique cor em armários, portas ou meia parede para equilibrar limpeza visual e personalidade. Amarelo queimado funciona bem em detalhes e puxadores sem comprometer o equilíbrio.
Home office: escolha paletas neutras com toque de azul ou verde para foco. Use pequenos acentos (vaso, quadro) para energia sem distração.
Repita o mesmo tom em dois ou três pontos (almofada, quadro, vaso) para dar unidade. Mini-checklist rápido: função do espaço, luz disponível, tamanho, grau de ousadia; avalie pessoas e uso antes de definir o tom final.
Conclusão
Em resumo, a paleta certa organiza espaços e facilita a rotina.
Comece por uma base neutra ou em tons terrosos e escolha um tom de destaque em azul ou verde para dar personalidade. Defina depois 1–2 tons de apoio e teste tudo em objetos e tecidos antes de pintar grandes áreas.
Teste amostras, ajuste por etapas e mantenha o equilíbrio entre estética e praticidade. No fim, a melhor tendência é a que respeita seu estilo e torna a casa fácil de viver.


